quinta-feira, 25 de junho de 2009
quarta-feira, 24 de junho de 2009
Avanços Tecnológicos na Educação Especial
"As Tecnologias da Informação e da Comunicação são indiscutivelmente hoje um tema urgente e palpitante para todos os cidadãos brasileiros. Mais ainda se torna uma questão de possibilidades e novos caminhos para a Educação, e, dentro desta, uma crescente e necessária utilização de suas ferramentas no processo educacional de pessoas com deficiências."
"As chamadas inovações e avanços no campo das tecnologias têm surpreendido a humanidade, muitas vezes criando mitos e explorações, porém no campo das deficiências e na vida cotidiana dos deficientes, e em especial dos cidadãos com Paralisias Cerebrais (que chamamos de DEF – Distúrbio de Eficiência Física ), o que estamos assistindo e participando é um processo criativo de produção de novos meios, técnicas e instrumentos que, quando eticamente utilizados, irão favorecer os processos de aprendizagem, profissionalização, autonomia e de inclusão social destes cidadãos."
"No campo da Educação Especial quando falamos de ‘inovações’ estamos apenas apontando o que de ferramentas visíveis estão em uso junto ao educando com necessidades especiais. Não nos apercebemos de todos os outros aparatos tecnológicos em produção permanente e se instituindo na relação professor-aluno. Venho apontando que é nesta relação que os encontros e desencontros principais estarão ocorrendo com a implantação, por exemplo, de computadores nas escolas. Já sugeri a implantação de processos de formação conjunta de professores do ensino regular e especial com os próprios alunos com e sem deficiências, buscando sua aproximação e confronto em ato, trabalhando juntos nas mesmas máquinas, aparatos e ambientes educacionais. Estes estariam na tarefa de serem experimentadores de uma busca de multiplicação com o aprendizado em salas adaptadas, como as que o PROINFO ou PROINESP, estão implantando em todo Brasil. Estes processos implicariam numa entrada para dentro das salas de aula, saindo dos espaços fechados e segregados criados como espaço de experiências destes projetos. Teriam eles ainda um caráter mais público do que privado, indo em busca de seu maior e melhor espaço de germinação: as escolas públicas regulares, do ensino fundamental à universidade. Neste sentido a criação de políticas públicas e de aplicação de recursos maiores neste campo são fundamentais."
"Espero e desejo que o processo de universalização dos recursos tecnológicos busca a máxima ampliação dos seus beneficiados, que se incluam aí os deficientes com maior comprometimento motor, cognitivo ou os com deficits sensoriais ou verbais, enfatizando que além estarem "dentro" das escolas regulares, recebendo o básico processo de alfabetização na língua, estejam sendo respeitados em seus Direitos Humanos fundamentais, incluindo-se aí o direito à informação atualizada sobre os avanços da tecnologia e dos serviços, principalmente públicos, disponíveis para pessoas com deficiências, suas famílias e os profissionais que trabalham neste campo e o público em geral. PELO ACESSO IRRESTRITO E UNIVERSAL A TODAS AS TECNOLOGIAS QUE POSSAM LIBERTAR O ESPÍRITO E CORAÇÃO DOS HOMENS !"
segue abaixo os links para entrar na página onde o texto se encontra completo e alguns links relacionados:
http://www.defnet.org.br/Avancos_tec.htm
www.truenet.com.br/ronaldo
http://www.inclusaodigital.org.br/
quarta-feira, 17 de junho de 2009
Conhecimento virtual
Web conferência
O que é linguagem LOGO?

Além de uma linguagem de programação, o logo, também é uma filosofia que surgiu dos contatos de Papert com a obra de Piaget e dos estudos sobre o problema da inteligência artificial.
“O Logo nasceu com base nas referências teóricas sobre a natureza da aprendizagem desenvolvidas por Piaget (reinterpretadas por Papert), e nas teorias computacionais, principalmente a da Inteligência Artificial, vista como Ciência da Cognição, que para Papert também é uma metodologia de ensino-aprendizagem, cujo objetivo é fazer com que as crianças pensem a respeito de si mesmas.” (Zacharias, 2007)
Educação aberta
Educação a Distância
A educação a distância pode ter ou não momentos presenciais. Pode acontecer em diversos níveis: do nível básico a pós-graduação, sendo voltada para jovens e adultos.
Essa modalidade de educação tem sido cada vez mais utilizadas na formação de profissionais em diversas áreas, principalmente por conta da acessibilidade a internet da sociedade atual, o que contribui para pessoas que não teriam disponibilidade de estar presencialmente em um curso em sala regular.
segunda-feira, 15 de junho de 2009
Teoria pós-moderna do Currículo: Um Currículo flexível

A teoria do currículo pós-moderna abrange um conjunto de linhas de estudos com uma diversidade de campos intelectuais, políticos e epistemológicos. Em suas vertentes essa teoria vem criticar o que está estabelecido, o que é dito como verdade absoluta, e abre uma possibilidade de questionamento sobre o que é vivido, a teoria não propõe um fim as outras teorias, mas sim propõe uma possibilidade de reflexão diante da realidade para a ação, como diz (Silva 2003) :
“ o pós-modernismo prefere o local e o contingente ao universal e ao abstrato.”
Ou seja, essa teoria ela nos proporciona uma flexibilidade de ação de acordo com o sujeito e com o local que estamos articulando com o indivíduo, exemplo disso é a teoria moderna do currículo que é ótima, mas talvez ela não faça sentido num determinado local ou para um determinado indivíduo então saímos da homogeneização e vamos procurar articular um currículo de acordo com aquele contexto, de forma também a considerar os indivíduos presentes nesses contextos.
Podemos levar essas características dessa teoria para a prática e para o currículo, quando ao articular essa ferramenta pensar no contexto de vida do aluno e não nos importamos com o que as pessoas do poder da atualidade exigem dele, porque a sociedade é assim, as teorias que prevalecem são aquelas que os detentores de poder se utilizam para a dominação, como diz Foulcault:
“o saber não é o outro do poder, não é externo ao poder. Em vez disso, poder e saber são mutuamente dependentes. Não existe saber que não seja a expressão de uma vontade de poder. Ao mesmo tempo, não existe poder que não se utilize do saber, sobretudo de um saber que se expressa como conhecimento das populações e dos indivíduos submetidos ao poder. É ainda o poder que, para Foucault, está na origem do processo pelo qual nos tornamos sujeitos de um determinado tipo . O louco, o prisioneiro, o homossexual não são expressões de um estado prévio, original; eles recebem identidade a partir dos aparatos discursivos e institucionais que os definem como tais. O sujeito é o resultado dos dispositivos que os constroem como tal.”
Então, o pós-modernismo vem para flexibilizar o currículo, possibilitando uma educação que privilegiará todos os fragmentos individuais, e ainda uma pedagogia sem linearidade e objetivos, propõe a subjetividade, tirando de cena os conceitos empredados de alta e baixa cultura, entre conhecimento científico e conhecimento cotidiano, e outros conceitos mais que o modernismo tenha criado.
Como se percebe o pós- modernismo critica o modernismo na sua face fundamentalista, e desconfia das suas verdades, não que seus fundamentos não possam ser verdades, mas a questão é: para quem eles são verdades?
Porque o como diz Silva:
“O currículo pós-moderno deverá seguir a cena da sociedade contemporânea da vida em termos políticos, sociais, culturais e epistemológicos que é nitidamente descentrada.”
E ainda:
“O pós-modernismo privilegia o pastiche, a colagem, a parodia, a ironia; ele não rejeita simplesmente aquilo que critica: ele, ambígua e ironicamente, imita, incorpora, inclui. O pós-modernismo não apenas tolera, mas privilegia a mistura, o hibridismo e a mestiçagem – de culturas, de estilos, de modos de vida.”
quarta-feira, 3 de junho de 2009
O virtual e o real
" Temos a capacidade de virtualizar a realidade física, e talvez isso seja distintivo da espécie humana através do trabalho, como queria Marx, quando dizia que possuimos esta habilidade de, antes de construir um prédio, saber projetá-lo mentalmente."
quarta-feira, 20 de maio de 2009
Críticas do Newton Duarte sobre a pedagogia do aprender-a-aprender.
Conceito de sociedade do conhecimento expresso por Newton Duarte
As tecnologias permeiam o cotidiano
domingo, 3 de maio de 2009
Brincadeira como recurso pedagógico
Aprender brincando é mais rápido e efetivo
27.04.2009
Para a presidente nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), Quézia Bombonatto, aprender brincando é mais rápido e efetivo porque é mais prazeroso. Psicopedagoga, fonoaudióloga, professora, terapeuta familiar, autora e co-organizadora de livros na área da psicopedagogia, ela acredita que o uso de jogos de regras, modificados para transmitir e fixar conteúdos em sala de aula, é uma forma mais agradável e atraente para os alunos.
“Competir dentro de regras, sabendo respeitar a força do oponente, perceber uma situação sob o ponto de vista oposto ao seu, ativa e desenvolve os esquemas de conhecimento, aqueles que vão poder colaborar na aprendizagem de qualquer novo conhecimento, como observar e identificar, comparar e classificar, conceituar, relacionar e inferir,” destaca.
Para Quézia, o lúdico é uma atividade particularmente poderosa para o exercício da vida social e da atividade construtiva da criança e as crianças privadas de brincadeiras perdem a oportunidade de ativação de seus recursos cognitivos e afetivos. “Há estudos que relacionam estresse e depressão como sintomas de crianças que não brincam”, diz. Segundo ela, na situação de brincadeira as crianças reproduzem esquemas próprios da realidade. “Dentro dos esquemas prévios de relação vão surgindo os esquemas de suas vidas e os ensaios de papéis futuros que elas irão assumir durante a existência,” ressalta.
Para a psicopedagoga, o mais importante para a criança é brincar, em segundo lugar vem a educação formal. Ela constata que os pais, atualmente, tentam acelerar o aprendizado de seus filhos, acreditando que serão melhor sucedidos no futuro. Em sua opinião, manter-se ocupado é realmente importante, inclusive para as crianças. “Ter obrigações resulta em disciplina, em capacidade de administrar tempo, em flexibilidade e em socialização. Mas agenda cheia não combina com o universo infantil,” enfatiza. Na visão de Quézia, a prática pode resultar na perda de concentração e comprometer o aprendizado.
Ela frisa que brincar ajuda na socialização, estimula a criatividade e desperta a inteligência da criança. E entende que a participação dos pais, nesse processo, é fundamental, até porque é uma forma de aproximação com a criança. De acordo com Quézia, brincadeiras puras e simples, como caça ao tesouro, desenvolvem o raciocínio e podem ajudar no processo da alfabetização, da compreensão, da matemática e outros tipos de conhecimentos. Há inúmeras formas de diversão, mesmo quando o espaço é restrito, assegura. Brincar de casinha, fazer cabana, jogar bola, teatro de fantoches ou de sombras são alguns exemplos. Cita, ainda, brinquedos baratos e simples que podem ser produzidos pelos próprios pais, como bonecos e carrinhos.
Com relação aos jogos eletrônicos, ela afirma que existem excelentes opções para estimular o raciocínio, a criatividade, a leitura e a escrita. Em sua avaliação, podem ser uma ferramenta lúdica útil, mas é necessário conhecer as condições e as necessidades de estágio de desenvolvimento em que se encontra a criança. “Não deve ser uma atividade em que o pequeno se isole ou que o jogo seja oferecido para que a criança fique quietinha, não faça bagunça ou não cause transtornos em casa”, alerta.
(Fátima Schenini)