quarta-feira, 20 de maio de 2009

Críticas do Newton Duarte sobre a pedagogia do aprender-a-aprender.

A pedagogia do aprender-a aprender é totalmente focada numa perspectiva construtivista, ou seja, é mais desejável as aprendizagens em que o indivíduo transmita o conhecimento e experiência do que a aprendizagem em que o indivíduo faz a sua própria reflexão crítica realizada por si mesmo, que contribuíria para o aumento da sua autonomia como sujeito intelectual na sua capacidade de pensamento e expressão.

Conceito de sociedade do conhecimento expresso por Newton Duarte

Esta sociedade do conhecimento seria uma sociedade mais complexa, que transmitiria aos seus membros mais responsabilidades e deveres para que o seu desempenho no trabalho fosse mais amplo e competitivo; onde estaria empregado o melhor qualificado e que fosse também multifuncional.
Nessa sociedade do conhecimento o indivíduo faz parte de uma grande rede multicultural que é a internet, onde o indivíduo se comunica com o mundo, ou seja, trabalho, estuda, recebe mensagens, etc...
A sociedade do conhecimento continua sendo essencialmente capitalista, que se aproveita do momento para dar uma falsa imprensão de que devemos estar sempre "apurando e reciclando" o nosso conhecimento para que nao fiquemos ultrapassados em relação aos outros membros da sociedade; e assim, formaremos um mercado de trabalho forte, com pessoas altamente qualificadas e em processo constante de apropriação do conhecimento em prol do capital.

As tecnologias permeiam o cotidiano

O homem como sujeito sócio-histórico, passa por várias transformações, simultaneamente com a sociedade, a qual evolui tecnologicamente e isso influe diretamente no modo de vida das pessoas, que passam a viver de acordo com as tecnologias que permeiam o cotidiano.
como afirma Knuski, "O homem transita culturalmente mediado pelas tecnologias que lhe são conteporâneas. Elas transformam sua maneira de pensar, sentir e agir." Isso pode ser visto claramente na maneira das pessoas se vestirem, cortar o cabelo e até mesmo o modo como encara-se a realidade.

domingo, 3 de maio de 2009

Brincadeira como recurso pedagógico

Aprender brincando é mais rápido e efetivo

27.04.2009

Para a presidente nacional da Associação Brasileira de Psicopedagogia (ABPp), Quézia Bombonatto, aprender brincando é mais rápido e efetivo porque é mais prazeroso. Psicopedagoga, fonoaudióloga, professora, terapeuta familiar, autora e co-organizadora de livros na área da psicopedagogia, ela acredita que o uso de jogos de regras, modificados para transmitir e fixar conteúdos em sala de aula, é uma forma mais agradável e atraente para os alunos.

“Competir dentro de regras, sabendo respeitar a força do oponente, perceber uma situação sob o ponto de vista oposto ao seu, ativa e desenvolve os esquemas de conhecimento, aqueles que vão poder colaborar na aprendizagem de qualquer novo conhecimento, como observar e identificar, comparar e classificar, conceituar, relacionar e inferir,” destaca.

Para Quézia, o lúdico é uma atividade particularmente poderosa para o exercício da vida social e da atividade construtiva da criança e as crianças privadas de brincadeiras perdem a oportunidade de ativação de seus recursos cognitivos e afetivos. “Há estudos que relacionam estresse e depressão como sintomas de crianças que não brincam”, diz. Segundo ela, na situação de brincadeira as crianças reproduzem esquemas próprios da realidade. “Dentro dos esquemas prévios de relação vão surgindo os esquemas de suas vidas e os ensaios de papéis futuros que elas irão assumir durante a existência,” ressalta.

Para a psicopedagoga, o mais importante para a criança é brincar, em segundo lugar vem a educação formal. Ela constata que os pais, atualmente, tentam acelerar o aprendizado de seus filhos, acreditando que serão melhor sucedidos no futuro. Em sua opinião, manter-se ocupado é realmente importante, inclusive para as crianças. “Ter obrigações resulta em disciplina, em capacidade de administrar tempo, em flexibilidade e em socialização. Mas agenda cheia não combina com o universo infantil,” enfatiza. Na visão de Quézia, a prática pode resultar na perda de concentração e comprometer o aprendizado.

Ela frisa que brincar ajuda na socialização, estimula a criatividade e desperta a inteligência da criança. E entende que a participação dos pais, nesse processo, é fundamental, até porque é uma forma de aproximação com a criança. De acordo com Quézia, brincadeiras puras e simples, como caça ao tesouro, desenvolvem o raciocínio e podem ajudar no processo da alfabetização, da compreensão, da matemática e outros tipos de conhecimentos. Há inúmeras formas de diversão, mesmo quando o espaço é restrito, assegura. Brincar de casinha, fazer cabana, jogar bola, teatro de fantoches ou de sombras são alguns exemplos. Cita, ainda, brinquedos baratos e simples que podem ser produzidos pelos próprios pais, como bonecos e carrinhos.

Com relação aos jogos eletrônicos, ela afirma que existem excelentes opções para estimular o raciocínio, a criatividade, a leitura e a escrita. Em sua avaliação, podem ser uma ferramenta lúdica útil, mas é necessário conhecer as condições e as necessidades de estágio de desenvolvimento em que se encontra a criança. “Não deve ser uma atividade em que o pequeno se isole ou que o jogo seja oferecido para que a criança fique quietinha, não faça bagunça ou não cause transtornos em casa”, alerta.

(Fátima Schenini)


Esse texto foi retirado do portal do professor, as brincadeiras podem ser utilizadas na educação especial como apoio, as crianças desenvolvem quando o meio para a aprendizagem fazem parte do seu contexto, uma aula com jogos pode alcançar toda turma de forma coletiva e individual ao mesmo tempo, dessa forma, o professor estará fazendo uma efetiva educação inclusiva em sua aula de aula.

Tecnologia na educacao especial

História de possiblidade